Nota de Imprensa
16 Dez.09
Ministra da Cultura na inauguração da Exposição “Rios Douro”
“Museu do Douro é uma referência na museologia nacional”
A Ministra da Cultura elogiou ontem o conceito expositivo e de gestão do Museu do Douro. “É um modelo extraordinário no quadro da museologia nacional”, frisou Gabriela Canavilhas, durante a inauguração da exposição “Rios Douro”, mostra que, através de diferentes olhares, perspectivas e abordagens presta homenagem ao rio Douro.
“O fascínio maior deste Museu é ser realmente um Museu de identidade de região. Visitando este espaço faz-se uma visita pela região e sai-se daqui com a sensação de que toda esta zona envolvente é de uma riqueza ambiental, paisagística e cultural de enorme densidade e intensidade e isso está muito bem expresso e revelado neste Museu”. Estas foram as palavras de Gabriela Canavilhas, ministra da Cultura, após a visita que ontem efectuou à sede do Museu do Douro, na Régua, durante a inauguração da exposição anual “Rios Douro”.
Para a governante, a sede do Museu do Douro é de “visita obrigatória”: “Todos nos orgulhamos de ter nesta região um modelo de desenvolvimento cultural sustentado, com grande qualidade, um projecto de inclusão social que é extraordinário e de grande significado para nós”.
Sempre acompanhada com o secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, a Ministra da Cultura mostrou-se claramente “surpreendida” com o conceito e qualidade das exposições levadas a cabo no Museu do Douro. “Espero que o Museu do Douro se torne cada vez mais uma referência como modelo expositivo e de gestão, como já o é em termos da museologia nacional”, concluiu.
Working in progress
O Museu do Douro, enquanto agente fundamental para o desenvolvimento cultural da região duriense, prevê, no âmbito da programação do edifício sede, uma grande exposição programática anual, com projecção nacional e internacional. O objectivo é homenagear grandes figuras que moldaram e moldam o território. O programa iniciou com a exposição dedicada à vida e obra de Barão de Forrester, nome maior da história duriense, e prossegue agora com a exaltação de outra figura: o rio Douro. “O rio Douro é também um actor, talvez o principal”, sublinha Fernando Maia Pinto, director do Museu do Douro.
“Rios Douro” é não uma, mas diversas exposições que decorrerão ao longo de mais de um ano, numa espécie de working in progress com duas fases diferentes que se complementam entre si e que culminam em 25 de Abril de 2011, para dar lugar a uma nova exposição programática, que se dedicará a outra grande figura duriense: “A Ferreirinha” (em 2011 comemoram-se os 200 anos do seu nascimento).
“Rios Douro” é uma homenagem às múltiplas facetas do rio Douro. A exposição retratará toda a envolvência e importância que este rio representou e representa para toda a região, através de diferentes olhares e perspectivas, diferentes interpretações e abordagens – pintura, instalação, etnografia, exposição documental, fotografia, etc.
“Rios Douro”
“Rios Douro” é composta, nesta primeira fase, por três momentos diferentes: Joaquim Lopes, Manuel Casal Aguiar e uma instalação na qual um barco rabelo está a ser recuperado ao vivo. “Rios Douro” é uma exposição de “geometria variável e sempre em construção. Vai evoluindo com a apresentação de conteúdos diferentes durante o seu período de vida”, explica Fernando Maia Pinto. Em 2010, o ciclo de exposições prossegue com novos momentos: “Faina Fluvial no Douro”, Lixa Filgueiras, “Meu Douro” e “Rios Douro”.
1. Exposição “Mestre Joaquim Lopes – Douro” (16 de Dezembro a 5 Abril de 2010)
O pintor Joaquim Lopes (1886-1956) foi um mestre da pintura da primeira metade do século XX, pouco conhecido do grande público, mas cuja obra se encontra disseminada por diversos museus nacionais e internacionais, além de inúmeras colecções privadas. Esta exposição pretende divulgar a obra deste vulto da arte portuguesa, nomeadamente os trabalhos relacionados com o rio Douro, bem como evidenciar as múltiplas realidades/facetas que o rio Douro possui durante o seu curso, não só patentes na paisagem natural, agrícola e construída, mas igualmente nos costumes, nos trajes, nos rostos dos seus habitantes – os rios Douro.
A exposição tem como ponto de partida o espólio da Casa do Douro onde se conservam nove telas do autor, apresentando também outras obras do artista existentes em colecções portuguesas, públicas e privadas. Ao longo da exposição, composta por 8 núcleos, o visitante conhece a obra do pintor e faz uma “viagem” pelo rio Douro, desde Miranda até à Foz, locais de eleição do mestre.
Os painéis pertencentes à colecção da Casa do Douro constituem eles próprios uma viagem pelo rio Douro, desde o Douro vinhateiro até aos entrepostos de Porto e Gaia, retratando o ciclo do vinho do Porto. Esta viagem foi proposta por Joaquim Lopes para o pavilhão da Casa do Douro na I Exposição Colonial Portuguesa, de 1934.
2. Exposição “Manuel Casal Aguiar” (16 de Dezembro a 5 de Abril de 2010)
Exposição retrospectiva de Manuel Casal Aguiar, artista da Escola Superior de Belas Artes do Porto. A exposição dará uma imagem completa dos seus trabalhos e contribuirá para uma interpretação actualizada da produção de Manuel Casal Aguiar, autor do conhecido painel de azulejos que se situa na Rua Ferreirinha, junto à Estação de Caminhos de Ferro da Régua.
3. Recuperação de um Barco Rabelo (16 de Dezembro de 2009 a 25 de Abril de 2011)
A garagem da sede do Museu do Douro é palco de uma instalação sui generis: a recuperação ao vivo de um velho barco rabelo, tradicional embarcação do rio Douro, utilizada no transporte de vinhos do Porto desde o Alto Douro vinhateiro até ao cais da Régua.
4. Exposição «Faina Fluvial no Douro» (29 de Janeiro a 5 de Abril de 2010)
No núcleo “Faina Fluvial no Douro”, o Museu do Douro apresenta uma visão estética do rio Douro, através de um conjunto de obras de cinco artistas plásticos da Escola de Belas-Artes do Porto: Amândio Silva, Augusto Gomes, Guilherme Camarinha, Júlio Resende e Sousa Felgueiras.
Um dado singular, é o facto de os visitantes do Museu do Douro poderem assistir já à fase de instalação desta exposição, cujos trabalhos estão já expostos no primeiro andar da sala principal de exposições do edifício-sede do Museu. Os visitantes podem assim acompanhar a evolução deste projecto até ao dia da sua inauguração.
5. Exposição «Lixa Filgueiras» (de 26 de Março 2010 a 25 de Abril de 2011)
Octávio Lixa Filgueiras (1922 – 1996) arquitecto formado pela Escola Superior de Belas Artes do Porto, com a classificação final de 20 valores, dedicou parte da sua vida ao estudo sobre arquitectura popular em Portugal, bem como à protecção do património cultural e arquitectónico. Dedicou parte da sua vida ao estudo das embarcações tradicionais portuguesas, nomeadamente do barco rabelo. Apaixonado por navios, a grande mensagem de Lixa Filgueiras consistiu no alerta para a salvaguarda do património marítimo português, causa pela qual sempre se bateu. Deixou o mais relevante arquivo pessoal sobre cultura marítima, actualmente em depósito no Museu Marítimo de Ílhavo.
6. Exposição “Meu Douro” (de 18 Maio a 25 Abril de 2011)
Esta exposição incluirá os trabalhos resultantes do “Meu Douro” Projecto com Escolas, desenvolvido ao longo do ano lectivo 2009/2010 junto de escolas da Região Demarcada do Douro. “Meu Douro” é um projecto direccionado para realidades e representações do quotidiano, procurando envolver as pessoas e os seus modos de ver. Pretende-se mobilizar as escolas, tocar e revelar vivências e memórias pessoais “com o rio ao fundo”, contando com a participação de professores e alunos de
escolas de Armamar, Baião, Lamego, Mesão Frio, Peso da Régua, Resende, Vila Real e Tabuaço.
7. “Rios Douro” (de 18 Maio a 25 de Abril de 2011)
A exposição «Rios Douro» vai evoluindo com a apresentação de conteúdos diferentes durante o seu período de vida. Num primeiro tempo serão aspectos pictóricos ligados ao Douro. A 18 de Maio de 2010 o discurso expositivo será novo, integrando o Douro dos engenheiros, das barragens, do caminho de ferro, da estética, do sagrado… “’Rios Douro’ organiza-se a partir de três metáforas que caracterizam esta “estrada” plural (...): a Estrada de Água, a Estrada de Ferro, a Estrada das Turbinas”, conclui Álvaro Domingues.
domingo, 20 de dezembro de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Museu do Douro.

Museu de Território.
Procurando um devir para o Douro auspicioso, pretende o Museu do Douro registar, estudar e actuar no tecido extremamente complexo, que é a Região Demarcada do Douro.
Se registar, estudar e expor são princípios metodologicamente muito testados e avalizados, a implementação de princípios activos no tecido social e físico da região terá que ser mais inventiva.
O próprio princípio de Museu de Território exige uma permanente adaptabilidade a todas as circunstâncias e factos que interagem na Região.
Ao introduzir uma grelha de núcleos do Museu do Douro nos Municípios da Região Demarcada e dar a cada um deles uma especificidade, estamos a contribuir para a coesão que, quer a nível interno como externo, é vital para a afirmação da marca «Douro».
Ao divulgar as figuras, poetas, enólogos, pintores… estamos, para além da coesão, a promover o orgulho (esperemos não chauvinista) duriense.
É esta, basicamente, a tarefa do Museu do Douro: arquivos, biblioteca, colecções, exposições, edições de todo o tipo são o seu suporte.
Régua, 12 de Maio de 2008
Fernando Maia Pinto
Director do Museu do Douro
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Douro como destino de turismo de excelência
O Vale do Douro obteve a classificação de excelência em sete das 14 categorias analisadas pelo Centro Mundial de Excelência dos Destinos. A segurança foi apresentada como um ponto forte, e o marketing como um ponto fraco.
Assinado o Pacto para a Excelência do Turismo do Douro, após a avaliação feita pelo Centro Mundial de Excelência dos Destinos (CED), entidade reconhecida pela Organização Mundial do Turismo (OMT), sabe-se que muito há ainda a fazer. Das 14 categorias analisadas, sete tiveram classificação de excelente, duas de desempenho elevado, duas médio e três fracos (ver caixa).
Mesmo assim, o secretário-geral da OMT, Francisco Frangialli, afirmou que "o Douro ainda não tem a importância de outros destinos mais conhecidos, mesmo em Portugal, mas está a trabalhar muito e a investir para se colocar num nível elevado de qualidade".
Carlos Lage, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) sublinhou que esta avaliação "é um selo de garantia de excelência que servirá de promoção da imagem da região no exterior". Congratulou-se com o "galardão", sublinhando que as mudanças necessárias, para que venha a ser um pólo de excelência "não se verão amanhã, nem daqui a um ano, mas o Douro será certamente uma região de turismo do futuro".
Por seu turno, o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, referiu que o facto de se ter feito o pedido à OMT "para fazer esta certificação é claramente um novo posicionamento de Portugal para enfrentar os próximos anos, o que passa por valorizar as novas centralidades turísticas em Portugal".
O governante salientou também a importância do aeroporto Francisco Sá Carneiro para o crescimento do turismo no Douro. E através do Plano de Investimentos será criado um posto de informação no aeroporto.
O presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão, defendeu a necessidade dos investidores privados apostarem no turismo da região, uma vez que "o Estado criou todas as condições para apoiar esse investimento".
em http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1056280
Assinado o Pacto para a Excelência do Turismo do Douro, após a avaliação feita pelo Centro Mundial de Excelência dos Destinos (CED), entidade reconhecida pela Organização Mundial do Turismo (OMT), sabe-se que muito há ainda a fazer. Das 14 categorias analisadas, sete tiveram classificação de excelente, duas de desempenho elevado, duas médio e três fracos (ver caixa).
Mesmo assim, o secretário-geral da OMT, Francisco Frangialli, afirmou que "o Douro ainda não tem a importância de outros destinos mais conhecidos, mesmo em Portugal, mas está a trabalhar muito e a investir para se colocar num nível elevado de qualidade".
Carlos Lage, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) sublinhou que esta avaliação "é um selo de garantia de excelência que servirá de promoção da imagem da região no exterior". Congratulou-se com o "galardão", sublinhando que as mudanças necessárias, para que venha a ser um pólo de excelência "não se verão amanhã, nem daqui a um ano, mas o Douro será certamente uma região de turismo do futuro".
Por seu turno, o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, referiu que o facto de se ter feito o pedido à OMT "para fazer esta certificação é claramente um novo posicionamento de Portugal para enfrentar os próximos anos, o que passa por valorizar as novas centralidades turísticas em Portugal".
O governante salientou também a importância do aeroporto Francisco Sá Carneiro para o crescimento do turismo no Douro. E através do Plano de Investimentos será criado um posto de informação no aeroporto.
O presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão, defendeu a necessidade dos investidores privados apostarem no turismo da região, uma vez que "o Estado criou todas as condições para apoiar esse investimento".
em http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1056280
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Sei de um rio....
O rio Douro (Duero, em castelhano) é um rio que nasce em Espanha, na província de Sória, nos picos da Serra de Urbião (Sierra de Urbión), a 2.080 metros de altitude e atravessa o norte de Portugal. A foz do Douro é junto às cidades do Porto e Vila Nova de Gaia. Tem 927 km de comprimento. Este é o segundo maior rio da Península Ibérica.
Há duas versões para a origem do seu nome. Uma delas diz que, nas encostas escarpadas, um rio banhava margens secas e inóspitas. Nele rolavam, noutros tempos, brilhantes pedrinhas que se descobriu serem de ouro. Daí o nome dado a este rio: Douro (de + ouro). Já outra versão diz que o nome do rio deriva do latim durius, ou seja, 'duro', atestando bem a dureza dos seus contornos tortuosos, e das paisagens que atravessa, nomeadamente as altas escarpas das Arribas do Douro, no trecho Internacional do rio, entre Miranda do Douro e Barca d'Alva (Figueira de Castelo Rodrigo). A derivação por via popular do seu nome sugere romanticamente uma ligação a "Rio de Ouro (D'ouro)", mas tal não tem aderência histórica.
A bacia hidrográfica do Douro tem uma superfície de aproximadamente 18.643 km² em território português o que corresponde a cerca de 19,1% da sua área total que é de 97.603 km².
Nasce na Espanha, nos picos da serra de Urbión, (Sória), a 2080 metros de altitude e tem a sua foz na costa atlântica, na cidade do Porto. O seu curso tem o comprimento total de 850 km. Desenvolve-se ao longo de 112 km de fronteira portuguesa e espanhola e de seguida 213 km em território nacional. A sua altitude média é de 700 metros. No início do seu curso é um rio largo e pouco caudaloso. De Zamora à sua foz, corre entre fraguedos em canais profundos. O forte declive do rio, as curvas apertadas, as rochas salientes, os caudais violentos, as múltiplas irregularidades, os rápidos e os inúmeros "saltos" ou "pontos" tornavam este rio indomável.
Aproveitando o elevado desnível, sobretudo na zona do Douro Internacional, onde o desnível médio é de 3m/km, a partir de 1961, foi levado a cabo o aproveitamento hidroeléctrico do Douro. Com a construção das barragens, criaram-se grandes albufeiras de águas tranquilas, que vieram incentivar a navegação turística e recreativa, assim como a pesca desportiva. Excluindo-se os períodos de grandes cheias, pode dizer-se que o rio ficou domado definitivamente.
No troço nacional do Douro, a instalação de eclusas em paralelo com as barragens hidroeléctricas permitiu a criação de um canal de navegação fluvio-marítima.
No seu curso, entre Bemposta e Picote, pode ser visto, nas suas águas espelhadas, tudo o que rodeia este ambiente: as nuvens, o sol, (que queima os olhos, reflectido na água), os montes, as fragas, as aves (patos, garças, águias, abutres, gaivotas). Nas fragas mais altas podem ser vistas aves de rapina, guardando os seus ninhos.
Por outro lado, no rio, espécies indígenas, como o escalo, a enguia e a truta, têm sido dizimadas ou pela pesca à rede descontrolada e/ou pela modificação das condições ambientais (parte do ano estão perto do limite de resistência de algumas espécies). Após a construção da barragem, foi feita a introdução da carpa que, podendo atingir acima dos 20 kg, tem a propriedade de se alimentar de tudo, fazendo a limpeza das barragens mesmo em condições precárias de oxigenação das águas. Mais recentemente, surgiram o achigã, a perca, o lúcio (peixes carnívoros) e o lagostim-vermelho, (todos eles originários de outros países). Pode ainda encontrar-se, com abundância, a boga e o barbo e até mexilhão (idêntico ao do mar).
Porém, passar junto a fragas gigantes, tingidas de várias tonalidades, pela separação de fragmentos de rocha, causadas por dilatações e contracções bruscas, motivadas pelo clima, é esmagador.
Viajando até junto do Douro, que serpenteia entre as arribas, pode ver-se onde vivem e/ou nidificam abutres, grifos, águias, pombos bravos, andorinhas, etc., e nas ladeiras do mesmo, a perdiz, a rola, o estorninho, o melro, o papa figo, etc.
Dentro das matas de zimbros, estevas, carvalhos, sobreiros e pinheiros e outras variedades de vegetação das encostas do Douro, podem ainda encontrar-se espécies cinegéticas, que são uma das maiores riquezas naturais da região: o corso, o javali, o coelho, a lebre, o lobo, a raposa, o texugo, a gineta, etc.
O Rio Douro foi, e é, uma fonte de riqueza para a região e para a aldeia. Antigamente, fazia mover as azenhas que se espalhavam nas suas margens, tais como as azenhas do Sr. António Luís, dos Fróis, dos Melgos e dos Velhos, permitia a pesca, irrigava campos ou enchia os poços das melhores hortas de Bemposta, existentes perto deles, onde se cultivavam as novidades e as árvores de fruta, base de sustento das populações. Mais tarde, com o aproveitamento hidroeléctrico, Bemposta passa a contribuir para a riqueza nacional, distribuindo energia eléctrica ao país. Proporcionou também maior abundância de peixe, através das albufeiras, criando alguns postos de trabalho com a pesca profissional, a que se dedicaram algumas famílias.
em http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Douro
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